Evento Open Innovation Seminar 2011 focará o desenvolvimento de redes de inovação
Com um dia de palestras e dois dias dedicados a cursos e arenas, a 4ª edição do Open Innovation Seminar busca desenvolver e alavancar redes de Inovação Aberta, com o objetivo de dar sequência e suporte ao trabalho de aculturamento e formação de competências que já foi desenvolvido nas edições anteriores do evento.
De 23 a 25 de novembro acontecerá em São Paulo, no Hotel Grand Hyatt, a 4ª edição do Open Innovation Seminar, sob o tema “Crescimento sustentável apoiado em redes de inovação: uma agenda para o Brasil”. O evento será realizado pelo Centro de Open Innovation em parceria com o Centro de Referência em Inovação – CRI, da Fundação Dom Cabral, e contará com a contribuição de representantes renomados de empresas, universidades e governo.
O diretor do Centro de Open Innovation, Bruno Rondani, explica que o foco em Redes de Inovação é, na verdade, uma forma de completar o trabalho que já foi desenvolvido nos três Seminários anteriores. “Em 2008 nós trouxemos o conceito de Inovação Aberta para o Brasil com uma palestra exclusiva do Prof. Henry Chesbrough, referência mundial em Open Innovation e criador do termo. Já em 2009, nós trocamos experiências acumuladas e começamos a vislumbrar novas possibilidades de projetos. Em 2010, por meio do curso de Gestão em Inovação Aberta, nós formamos profissionais capacitados para a prática. Com isso, a intenção é que agora, em 2011, consigamos propiciar um momento para que praticantes de inovação aberta possam desenvolver ou alavancar sua rede de inovação e dar maior visibilidade aos seus projetos”, conta.
O executivo explica que, por conta do sucesso crescente dos anos anteriores, a expectativa é de que este ano o número de participantes seja duas vezes maior do que no ano passado, quando foram contabilizadas 750 inscrições. “Nós manteremos o perfil de trazer cases e tendências para discussão durante o evento, mas também incluiremos dois dias de cursos com instrutores nacionais e internacionais sobre temas emergentes em inovação aberta. Além disso, também teremos arenas de inovação construídas em conjunto com os patrocinadores para exposição de casos, debates e lançamento de desafios nos setores público e privado”, diz Rondani. Outro diferencial desta edição é que o Prof. Henry Chesbrough, que palestrou nos três outros eventos, estará disponível para Clinic Hours, focando o aconselhamento das empresas ou participando de eventos in company.
Confira a programação preliminar do 4º Open Innovation Seminar:
23/11 – Seminários
Tema: Crescimento sustentável apoiado em redes de inovação: uma agenda para o Brasil
• Redes e comunidades de inovação: tendências e cenários
• Inovação orientada a desafios: o modelo Vinnova
• Redes de inovação e inovação colaborativa no cenário brasileiro
• Desafios nacionais e globais: uma agenda para a inovação
• Inovação em redes setoriais e cadeias produtivas
• Crescimento Sustentável e Inovação
• Criação de negócios e empreendedorismo
• Inovação Centrada no Cliente
24 e 25/11 – Cursos e arenas
• Gestão estratégica da Inovação
• Implementação da Open Innovation
• Inovação em Serviços
• Co-criação e Inovação Colaborativa
• Criação de Negócios Inovadores
• Projetos de inovação tecnológica
• Design thinking e inovação
• Indicadores e métricas de inovação
Sobre o Centro de Open Innovation – Brasil
(www.openinnovationbrasil.ning.com)
A partir de uma iniciativa de Henry Chesbrough – referência mundial em Inovação Aberta* – e de empresas e instituições brasileiras, o Centro de Open Innovation – Brasil busca melhorar as práticas de inovação aberta no país por meio de uma comunidade que reúne mais de seiscentos praticantes e estudiosos da inovação aberta no Brasil. Os membros participam de reuniões temáticas e contam com um ambiente virtual de colaboração para troca de informações, discussão e acompanhamento das atividades do centro e de seus parceiros.
*A inovação aberta, definida em 2003 pelo professor Henry Chesbrough, da Universidade de Califórnia – Berkeley, é uma abordagem da gestão da inovação em que a empresa integra recursos internos e externos para realizar atividades de P&D e para colocar as inovações no mercado, formando redes de inovação que podem incluir centros de pesquisa, clientes, fornecedores, startups e até mesmo concorrentes.
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